
Ou seja la qual for a ferramenta.
Bob,que não é Marlei, e Leona Ehrfurth dizem que o som que os atormenta há dois anos se parece com o de um motor barulhento. Às vezes ele é interrompido, especialmente quando o casal tenta mostrar para autoridades da cidade ou especialistas o que ouvem o tempo todo.
O som impede que Leona, ja bastante velha, durma. “É como se houvesse algo ligado lá fora com o motor funcionando, mas quando olhamos não vemos nada”, afirmou. Ela e seu marido, também velho mas mais novo que a velha, moram na mesma casa há 42 anos. Bob dorme, mas ainda assim acha o barulho irritante. “Não interessa se as janelas estão abertas ou fechadas. Sempre é possível ouvir”, disse ele.
Eles não escutam esse mesmo som quando estão fora de casa e, por isso, afirmam que não se trata de um problema de saúde. A cidade chegou a contratar uma empresa por US$ 1 mil para fazer a análise do barulho, mas essa companhia não identificou qualquer som ou vibração significante.

Os vizinhos dos velhinhos não reclamam, mas alguns dizem escutar esse mesmo barulho. O casal afirma que ele começou na mesma época em que a paróquia St. Bernard, do outro lado da rua, fez uma reforma em seu telhado, chaminé e sistema de tubulação. No entanto, o som continua mesmo quando nenhuma dessas estruturas está em uso.
Enquanto o problema não é identificado nem resolvido, a velha diz que às vezes dorme no porão da casa. “Tento ficar na cama, mas me dá dor de cabeça e não agüento. Poderíamos nos mudar, mas por que faríamos isso? Não somos nós que causamos o problema.”
Fonte Planeta Bizarro
Bob,que não é Marlei, e Leona Ehrfurth dizem que o som que os atormenta há dois anos se parece com o de um motor barulhento. Às vezes ele é interrompido, especialmente quando o casal tenta mostrar para autoridades da cidade ou especialistas o que ouvem o tempo todo.
O som impede que Leona, ja bastante velha, durma. “É como se houvesse algo ligado lá fora com o motor funcionando, mas quando olhamos não vemos nada”, afirmou. Ela e seu marido, também velho mas mais novo que a velha, moram na mesma casa há 42 anos. Bob dorme, mas ainda assim acha o barulho irritante. “Não interessa se as janelas estão abertas ou fechadas. Sempre é possível ouvir”, disse ele.
Eles não escutam esse mesmo som quando estão fora de casa e, por isso, afirmam que não se trata de um problema de saúde. A cidade chegou a contratar uma empresa por US$ 1 mil para fazer a análise do barulho, mas essa companhia não identificou qualquer som ou vibração significante.

Os vizinhos dos velhinhos não reclamam, mas alguns dizem escutar esse mesmo barulho. O casal afirma que ele começou na mesma época em que a paróquia St. Bernard, do outro lado da rua, fez uma reforma em seu telhado, chaminé e sistema de tubulação. No entanto, o som continua mesmo quando nenhuma dessas estruturas está em uso.
Enquanto o problema não é identificado nem resolvido, a velha diz que às vezes dorme no porão da casa. “Tento ficar na cama, mas me dá dor de cabeça e não agüento. Poderíamos nos mudar, mas por que faríamos isso? Não somos nós que causamos o problema.”
Fonte Planeta Bizarro
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